Tudo é Engenharia — Você confia sem perceber
Alerta · Canal Baixada Santista

Atendente de IML condenado por apropriação indébita

Funcionário teve pena de reclusão e perdeu o cargo público

Marcello Sanches
Marcello Sanches

Publicado em 29 de outubro de 2026, 15:55 — Em Baixada Santista

2 min de leitura
Atendente de IML condenado por apropriação indébita
Atendente de IML condenado por apropriação indébitaFoto: Raimundo Rosa/Arquivo Prefeitura de Santos

Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) de Santos foi condenado por apropriação indébita, após utilizar o celular de um falecido para realizar transferências via Pix. A decisão judicial resultou não apenas em uma pena de reclusão, mas também na perda de seu cargo público, além de uma indenização de R$ 10 mil a ser paga à família da vítima, como forma de reparação por danos morais.

O crime ocorreu quando o atendente, que não teve seu nome divulgado, utilizou o telefone celular de um homem que havia falecido para fazer transações financeiras. O caso chamou a atenção das autoridades e gerou uma série de investigações que culminaram na sua condenação. O uso do celular, que deveria permanecer sob a custódia da instituição, foi considerado uma violação grave da ética profissional e dos direitos da vítima e de seus familiares.

A decisão foi proferida por um juiz da Vara Criminal de Santos e reforça a necessidade de ética e responsabilidade no serviço público. A condenação do atendente serve como um alerta para outros profissionais, mostrando que práticas ilícitas não serão toleradas e que os responsáveis podem enfrentar severas consequências legais.

Com a sentença, o ex-atendente não apenas enfrentará a reclusão, mas também a indignação pública e a perda de sua remuneração, o que impacta sua vida e a de sua família. A indenização de R$ 10 mil foi estipulada como um valor a ser pago à família do falecido, em reconhecimento ao sofrimento causado pela apropriação indevida do celular.

Este caso destaca a importância do controle e da supervisão em órgãos públicos, especialmente em instituições que lidam com situações sensíveis, como é o caso do IML. A população espera que os profissionais da área ajam com respeito e dignidade, principalmente em momentos de luto.

O Ministério Público e a Polícia Civil acompanharam o desenrolar do processo, garantindo que a justiça fosse feita. Como próximo passo, o ex-atendente deverá cumprir a pena imposta e a indenização deverá ser paga à família da vítima, que busca justiça e reparação pelos danos sofridos.

Gostou? Compartilhe:

Leia também